Como se posicionar nas redes sociais em tempos de COVID-19?

A pandemia mundial causada pelo (COVID-19) tem afetado de diversas formas a vida das pessoas. E para conter a propagação do vírus, várias precauções e medidas foram tomadas, dentre elas o isolamento social. O momento é cheio de incertezas e uma das dúvidas é sobre como as empresas devem se posicionar nas redes sociais.

 

Devo seguir publicando nas redes sociais da minha empresa?

Sim! Se você dispõe de recursos financeiros para isso, continue. Muitas empresas na dúvida do que postar, não estão postando nada. Essa é a alternativa mais rápida, porém não é a mais assertiva. O momento é de se mostrar próximo, fazer parte da vida das pessoas, mesmo com a distância física. Quando você para com conteúdo e anúncios, eventualmente sua página de Facebook e perfil de Instagram caem no ranqueamento que é feito automaticamente pelos algoritmos. Quando você precisar voltar, o alcance ficará bem comprometido. Então, a dica principal é: mantenha a frequência de conteúdo e anúncios. Outro ponto importante é que neste momento as pessoas estão mais conectadas, então a audiência é maior. Mas vale lembrar que se não publicar nada é ruim, publicar em excesso também não é o indicado. Preze sempre pela qualidade dos conteúdos e não pela quantidade.

 

Devo mudar o conteúdo das publicações?

Esse período pede cautela e adaptação. É preciso ser criativo e pensar em novas formas de se posicionar e estreitar as relações entre o público e a marca. É hora de repensar a forma de negócio e o que você oferece. Vários segmentos já estão adequando suas atividades a esta nova realidade. São academias oferecendo planos para que o cliente continue as atividades em casa. Hotéis dando descontos para reservas futuras, agências de viagens antecipando pacotes de viagens para o ano que vem, restaurantes optando pelo delivery, pet shops dando dicas de como cuidar do pet em casa e por aí vai. 

É a hora de pensar que o seu posicionamento de agora vai definir como as pessoas/clientes lembrarão de sua empresa. Uma empresa preocupada com o bem-estar das pessoas e conectada com o que elas estão sentindo. 

 

 

O empreeendedor sentirá uma leve pressão no texto

Empreender não é tarefa fácil, o acúmulo de funções e preocupações diárias muitas vezes consomem muito tempo e algumas questões importantes vão ficando de lado, como a comunicação e gestão da própria marca.

Um dos maiores erros dos empreendedores de pequenas e médias empresas e achar que a comunicação é um gasto desnecessário, um “desperdício” de dinheiro. Embora muitas vezes infelizmente não esteja entre as prioridades do negócio, é muito importante sim, pois é o canal com o público. Inclusive a falta de conhecimento de seus gestores em comunicação é uma das principais causas da mortalidade infantil das empresas.

Imagine assim, seu concorrente cuida e entende que a comunicação é algo importante e deve ser tratada como tal. Já você, tem suas redes sociais desorganizadas, com conteúdo pouco relevante e até com erros de português ou é um combo de tudo com aquele site abandonado que parece que foi feito no século passado. Será que você está passando uma boa imagem e credibilidade para o seu consumidor? As pessoas vão sentir vontade de comprar, consumir seu produto ou serviço?

Então a dica é, o plano de negócio precisa incluir o investimento em comunicação, nem que seja mínimo no começo. Mas não se preocupe, nunca é tarde para começar.

Pensando em tudo isso, o lendário, o pai do marketing Philip Kotler tem umas palavrinhas para você empreendedor: As empresas prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazerem nada.

E o custo existe, e começa a ser sentido quando o seu concorrente fica com um cliente que poderia ter sido seu, por não te encontrar no Google, nas redes sociais, ou te encontra mas julgar que você não merece a atenção dele, afinal você não investiu para isso né?

10 maiores erros que empresas cometem nas redes sociais

A internet democratizou o acesso e divulgação de muitas empresas, antes apenas as com mais recursos anunciavam seu produto em mídias tradicionais justamente pelo alto valor investido, isso criava uma barreira para as marcas menores. Agora qualquer empresa pode estar na internet, desenvolver conteúdo e vender seus produtos com ajuda das redes sociais. Que coisa boa né?

Porém, com essa facilidade muitas empresas que gerenciam suas próprias contas acabam cometendo muitos erros nos canais que acabam mais atrapalhando sua imagem do que ajudando. Gerenciar uma marca não é tarefa fácil, se você acha que é, provavelmente desconhece esse universo. Vamos ver alguns dos maiores erros?

1. Entrar nas redes sociais sem um objetivo
Não basta criar a conta e pronto, acabou! Antes mesmo de entrar nas redes sociais a marca precisa saber qual é seu propósito, por que ela existe, qual a dor que ela vai resolver para o seu cliente. Que tipo de abordagem vai usar. Sem ter uma estratégia definida a comunicação vai ficar fraca, inconsistente no seu objetivo. Tipo um palestrante que não sabe o que falar. Já imaginou isso?

2. Não conhecer a persona (público-alvo)  
Imagine você conversando com alguém. Muito vago falar isso né? Afinal de contas, como imaginar uma pessoa sem qualquer  informação extra sobre ela? Por isso conhecer a persona é importante, quando se tem clareza sobre quem ela é, fica mais fácil desenvolver um relacionamento com ela, criar um conteúdo interessante que envolva, solucione as dores dela e a encante.

3. Não saber a personalidade da marca (tom de voz)
Você iria em uma entrevista de emprego com roupa de praia? Obviamente não né? Por que você precisa ser coerente. E as marcas também precisam. Uma empresa que atua em uma ramo de exclusividade e luxo precisa ter uma personalidade na rede social de acordo, tanto no tom de voz quanto na identidade, assim como uma mais descontraída como a Netflix tem sua comunicação voltada nesse sentido do entretenimento.

Veja algumas características de personalidade que a marca pode ter, como por exemplo: sincera, divertida, honesta, inovadora, amigável, competente, empolgante confiável, sofisticada e autêntica

Uma dica interessante, caso você não saiba como definir sua personalidade de marca é perguntar aos colaboradores, ou  clientes como eles enxergam a marca, como se ela fosse uma pessoa.

4. Comprar seguidores 
Achar que o que conta é o número de seguidores é um dos erros mais comuns. Muitas  marcas compram pacotes com seguidores, usam automação, fazem promoção e sorteio sem parar para obter mais seguidores. Mas fazer isso sem estratégia e planejamento é atrair uma multidão de “seguidores sujos” que não querem saber do seu discurso, isso é péssimo, atrapalha o algoritmo em entregar seu conteúdo para aquele verdadeiro fã da marca, aquele de qualidade que curte, compartilha e comenta os conteúdos da marca e ainda mais importante consomem os seus produtos!

5. Postar apenas propaganda.
As pessoas entram nas redes sociais para comprar? Não exatamente, antes elas entram para interagir, se divertir, acompanhar a vida de amigos e conhecidos. Se deparar com catálogo online, produto, venda, promoção, é chato, não é interessante, mude a abordagem, ofereça conteúdo interessante também e depois fale do produto. Caso contrário você vai ser aquele anúncio no meio do programa favorito, tipo como acontece com a tv sabe?

6. Mandar spam por mensagem direta.
Usar a mensagem privada para panfletar? Nunca, nunca faça isso. É inconveniente, invasivo, mostra que você não sabe usar a ferramenta da maneira correta e passa imagem de amadorismo e desespero.

7. Fotos de baixa qualidade
Fotos do Google imagens, com marca d’água ou de baixa qualidade não dá. Mais uma vez, aqui na internet é tudo online não temos acesso ao produtos físico por isso uma boa imagem é fundamental, é básico. Pense que você está competindo não apenas com empresas da sua cidade, dependendo do produto, mas está competindo com empresas do país todo. Você precisa se diferenciar, e uma boa foto tem esse poder.

8. Não criar uma identidade forte
Sem um padrão de design, para que seu consumidor veja a postagem e relacione a sua marca fica bem difícil fortalecer sua imagem com ele. Um exemplo bem batido mas que é muito bom é o McDonald’s, já pensou se toda hora eles mudassem as cores, o tipo de layout? Provavelmente teriam demorado bem mais para conquistarem o reconhecimento que tem hoje.

9. Poluir a linha do tempo
Postar pouco é ruim pois prejudica alcance e engajamento, mas postar muito, principalmente quando o conteúdo não é muito relevante, tem grandes chances de atrair a ira dos usuários da rede. Não é a quantidade é a qualidade, lembre disso.

10. Não responder dúvidas 
Quando uma marca cria as redes sociais ela já está de acordo e precisa estar ciente da necessidade de  interagir com os usuários, afinal de contas leia esse nome pausadamente, REDES SOCIAIS, parece óbvio né? Nem tanto, muitas empresas estão lá e não respondem as perguntas dos usuários, nem suas avaliações, nem suas críticas. Ao criar uma página, a marca se propõe a estabelecer um diálogo com o consumidor. Não responder a um questionamento ou demorar muito para fazer isso pode irritar o usuário e causar uma má impressão.

Ambientes instagramáveis. Seu cliente vendendo para você.

As redes sociais são ferramentas muito poderosas na divulgação de qualquer produto, marca ou serviço, isso não é nenhuma novidade. Além disso, com elas surgiram novas palavras, um novo perfil de consumidor e novas profissões, olá digital influencers.

Mas uma nova palavra que se torna importante aqui surgiu com as redes sociais, foi a palavra “instagramável”, sim, ela não existe no nosso dicionário mas tem significado e já tem muitas buscas pelo Google. Tá, sem enrolação, vamos a explicação do termo. A palavra como já dá para imaginar é inspirada na popular rede social Instagram, e basicamente  tem relação com tudo aquilo que é esteticamente perfeito, bonito, “postável”  ou seja, aquela foto que quando aparecer fará sucesso no feed com os usuários já que o Instagram tem completo apelo visual.

Agora que você já sabe do que se trata, vamos falar de ambientes instagramáveis? Não, não desista deste texto que tem muita informação legal ainda.  

Então, com a influência das redes sociais na vida das pessoas, todo o usuário que tem perfil no Instagram pode ser um produtor de conteúdo e influenciar pessoas. Como o apelo da rede é bastante estético, há um cuidado muito grande com as imagens que são compartilhadas. É  incansável a busca pela foto perfeita, aquela que renderá muitos likes, apesar da rede ter retirado a contagem, a gente sabe que você se importa com isso, todo mundo se importa, nós também nos importamos,  estamos falando de uma rede que tem ego elevado rsrs.

É aí que as marcas entram, por que não facilitar o processo da foto perfeita e atrair essas pessoas? Isso já está acontecendo a todo o vapor. Atentas a esse perfil de comportamento espaços são desenvolvidos com muita criatividade, design,  muito bem decorados e muito interessantes que despertam o desejo de fotografar e compartilhar nas redes sociais, sendo o Instagram, o principal. Isso também é marketing de experiência.

E se você está pensando somente em grandes produções, não se trata disso, pense naquele espaço bem decorado, com uma luz boa, isso pode ser implementado em uma loja de roupas, um bar, uma padaria, até um banheiro pode virar um bom lugar para produção de fotos, sim, não leu errado, um banheiro. Todo lugar deve ser pensado de forma especial, pode ser com uma quadro bonito, um letreiro luminoso, luzes coloridas, luminárias, plantas, bilhetinhos, cores vibrantes, frases na parede, arte com grafite, móveis estilosos. Até comidas bonitas entram no ambiente instagramável. Tudo para quebrar padrão, transformar lugares sem graça e normais em espaços lindos, aconchegantes, que tem criatividade e vida, basta colocar a imaginação para funcionar, se você puder contar com bons profissionais para desenvolver isso, melhor ainda, pois na arquitetura por exemplo essa também é uma forte tendência de mercado.

Com a geração de conteúdo espontâneo reforça-se a principal e mais antiga forma de marketing, o marketing boca a boca. As pessoas amam lugares diferentemente lindos assim, não só amam, como postam e consequentemente atrairão mais e mais pessoas para fazer o mesmo, é um processo natural. E adivinha quem ganha com tudo isso? Você também querido proprietário ou proprietária de marca, são seus clientes vendendo sua empresa por você.

 

Sensação do momento TikTok: sua empresa está perdendo por não apostar nessa nova rede social?

Esta nova rede social cresceu absurdamente em pouco tempo, é inegável o seu sucesso.

No ano passado foi o aplicativo mais baixado durante o mês de agosto para as plataformas Android e iOS, segundo a Sensor Tower (consultoria especializada no mercado de downloads de aplicativos móveis). O serviço conseguiu desbancar poderosos nomes como WhatsApp, Instagram e YouTube. 

Mas o que é o Tik Tok? A origem está na China e é resultado da fusão de duas plataformas: a Musical.ly e a Douyin. Ele é uma rede social de vídeos curtos, com duração de 15 segundos a 60 segundos possibilita os usuários fazerem gravações divertidas, dublagens, e abusarem das ferramentas de edição de audiovisual,a ferramenta aposta no humor para ganhar público.

Muitas marcas já enxergaram um grande potencial em utilizar essa ferramenta para conquistar maior aproximação com o público e também muitos influenciadores digitais que com criatividade conseguem viralizar seus conteúdos por lá.

Diante de tanto sucesso, você deve estar pensando em cadastrar a sua empresa na plataforma, certo? Bom, tenha calma, pois existem pontos a serem considerados

O público é bem definido, por sua maioria bem jovem. Porém, se você quer começar a usar agora, seria mais interessante focar nesse público com idade entre 16 e 24 anos, já que 41% dos usuários da rede social estão dentro dessa faixa. No geral muitos jovens entram no Tik Tok para fugir dos adultos.

Porém quando um aplicativo começa a chamar atenção a tendência é atrair o público mais maduro também, coisa que já está acontecendo. Então é bom ficar atento.

Outro fator a ser considerado. Você está alimentando as redes sociais já existentes do seu negócio? Ou só vai criar mais uma apenas pelo fato da tendência? Lembre-se não adianta de nada estar em um novo canal e não criar conteúdo e interagir com seu público, pega esse toque.

Marketing Humanizado: Nunca esqueça que você está falando com pessoas.

Neste texto, conheça uma forte tendência do Marketing Digital para 2020.

Ano novo, novas chances para você ou sua empresa estreitarem a relação com o seu público na internet. Mas ao fazer isso prefira fazer de forma genuína, ninguém mais tem interesse naquela comunicação sem valor e sem conteúdo, cujo único objetivo é vender, vender e vender. Empurrar ofertas e produtos o tempo todo, panfletagem online, aquela “publicidade” pelo bate-papo ou WhatsApp sem autorização? Esqueça isso.

Não veja os clientes como meros alvos, não faz mais sentido essa comunicação já há algum tempo. Ao contrário disso, prefira entregar valor, ajudar, conversar com as pessoas. Você não foca somente no produto, você foca nas pessoas.

Sabe do que exatamente estamos falando? Sim, isso tem nome, Marketing Humanizado, que nada mais é do que proporcionar uma interação calorosa e humana. Isso significa que, em vez de perceber o consumidor como mais um número, o foco será fornecer experiência diferenciada e personalizada para ele.

Uma forma bem básica de fazer isso é lembrar que estamos sempre falando com pessoas, essas pessoas gostam de saber o que estão comprando, gostam de saber os valores da empresa e como ela se comporta na sociedade, e acima de tudo, gostam de atenção, gostam de se sentir especiais no processo de relacionamento com uma marca.

Mas como minha marca pode ser mais humana? Vamos citar Liliane Ferrari – especialista em marketing e consultora. Ela diz para não invadir espaços, interagir com o público, visto como uma ação simples, mas que provoca uma emoção. Uma frase dela muito inspiradora e que resume tudo. “As pessoas esquecem de tudo, mas não esquecem quando você provoca uma emoção nelas.”

Quanto mais personalizado melhor, escreva uma cartinha na entrega do produto, responda aquele comentário na sua postagem, aquela mensagem na caixa de entrada, lembre-se que a pessoa usou do tempo dela para se conectar com sua marca, o tempo é um dos ativos mais valiosos nos dias de hoje.  Ela poderia ter escolhido qualquer outra marca mas preferiu a sua. Não faça a pessoa perceber que o tempo dela não foi aproveitado e nem valorizado.

Vamos deixar a comunicação humanizada então? Boa sorte e muito sucesso nesse 2020 para você ou sua marca.

 

Vai abrir uma empresa? Saiba por que deixar a identidade visual por último é um erro.

Todos os dias, nascem novas empresas. São negócios promissores, com alto potencial de crescimento. E para abrir um novo negócio o empresário se prepara para fazer investimentos. Além de toda a parte burocrática, existe toda a parte da estrutura em si, aluguel de sala, mobília etc.. Quando tudo está quase 100% do que se lembra? Que essa empresa precisa ter uma “cara”. Precisa de um logotipo, de uma identidade visual.

É muito comum pensar na identidade visual como etapa final de todo o processo. Porém isso é um erro constante, a identidade visual tem que vir por primeiro. Pontuamos os dois problemas mais comuns que podem acontecer por deixar essa etapa por último:

1. A verba acabou!  O empresário já investiu pesadamente em todas as outras áreas da empresa e agora não tem mais tantos recursos financeiros para contratar um serviço profissional. Não estamos generalizando e dizendo que todo serviço barato será necessariamente ruim, mas lembra daquela frase: o barato saí caro! Já atendemos pessoas que descobriram que seus logotipos foram plagiados, copiados da internet. Já pensou na dor de cabeça de investir na produção de fachada, papelaria, uniformes, plotagens para descobrir que o logotipo é plagiado e que você ainda pode ser processado pela empresa detentora da marca?

2. A verba não acabou, porém não houve planejamento e a identidade visual precisa ser feita ”pra ontem”, pois a data de inauguração já foi marcada. Já ouviu aquela frase: a pressa é inimiga da perfeição? Pois é, aqui se mostra que é pura verdade. Para construir uma identidade visual forte, com propósito são necessárias várias etapas. Começando pelo briefing, que é o conjunto de perguntas que o profissional que desenvolverá a identidade visual fará para o empresário para entender qual o objetivo da empresa, seu posicionamento, personalidade, público-alvo e muito mais, só assim é possível criar uma marca que realmente represente a sua empresa. Se ninguém te perguntou nada sobre o seu negócio, como que fará um trabalho alinhado com seus objetivos? Depois de receber todas as informações é preciso iniciar as pesquisas, buscas de referências, escolhas da paleta de cores, da tipografia, simbologia e aí sim partir para o “desenho”. Por isso um trabalho assim não pode ser feito de um dia para o outro. Identidades visuais fortes tem significado, não são construídas por acaso ou só porque ficou bonito. Se um logotipo bonito sem significado é ruim, imagina um feio sem? Com certeza não é essa a imagem que se quer passar para o público né? A identidade visual é o primeiro passo para iniciar um relacionamento com o mercado, fundamental para empresas que querem se destacar. Logotipo não é apenas um desenho, um símbolo, mas sim um conceito transmitido através de uma imagem e, quando bem concebido, demonstra visualmente profissionalismo, credibilidade e confiança.

Depois de definida, a identidade visual vira o alicerce de todas as identidades do negócio. A identidade visual está presente até mesmo na parte física da empresa, na fachada, nas cores escolhidas para compor os escritórios, mobília ou áreas externas, etc. Toda a comunicação deverá seguir a mesma linguagem, para que os funcionários e clientes consigam rapidamente fazer a associação com a empresa, mantendo-a sempre na mente e criando uma identidade memorável.

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5 erros comuns no design de logotipos

1 – Logotipo copiado
Quando falamos de logotipo, não é errado procurar algumas referências, o problema é quando o modelo vira bem mais do que inspiração, e o “novo” logotipo fica muito, mas muito parecido. Então evite copiar aquela marca famosa que você acha legal. Saiba que fazer isso além de perigoso por questões legais (plágio), mostra pouca atenção e esmero na construção de um logotipo, que precisa ser único e exclusivo.

 

2 – Não siga modinhas
Você já comprou aquela roupa da moda foi em algum lugar e encontrou mais pessoas vestidas iguais a você? É uma situação bem chata né? Bom, saiba que isso acontece com os logotipos também, quem segue tendência, assim como a moda, muito provavelmente vai encontrar um logotipo bem parecido com o seu.
Você pode até falar “me copiaram”! Nada disso, se você seguiu modinha, quem viu um viu todos.
E também como a moda que passa e se reinventa, um logotipo baseado em modismos também fica ultrapassado e precisa ser atualizado. Então o ideal é fazer um logotipo único que possa ser usado por muitos anos.

 

3 – Figuras genéricas não te diferenciam
Vamos fugir do óbvio? Vamos! Logotipo de imobiliária representado com elemento casa, no caso de dentista então aparece um dente, é muito comum usar o símbolo para representar o mercado de atuação.
Mas fazer isso é errado? Não, de maneira nenhuma, mas sua diferenciação com a concorrência vai ser bem pequena. Afinal, dava para ter sido mais criativo né?

 

4 – Para não errar nas cores
A cor é um dos elementos mais fortes de um logotipo. Mas as cores não devem ser escolhidas seguindo o gosto pessoal. Essa deve ser uma decisão baseada na psicologia das cores, porque cada cor possui um significado e tem o poder de despertar emoções e sentimentos universais nas pessoas.

Já se perguntou por que as empresas de fast food utilizar o amarelo? Porque ele reforça os sentimentos de conforto e confiabilidade. Só de você avistar o logo de uma dessas redes, já faz com que seu corpo produza uma sensação de felicidade e bem-estar. Muitas redes de fast food também utilizam a cor vermelha no logo, o que, pode estar associado ao sentimento de fome. Viu? Nada é por acaso!

 

5 – A fonte pode falar muito sobre seu negócio
Aqui é que muita gente erra também, você sabia que a escolha equivocada do estilo de fonte para o seu logotipo pode passar uma mensagem diferente daquela desejada?
Para exemplificar, imagine que o seu negócio é na área financeira. Já imaginou se no seu logotipo a fonte utilizada fosse uma bem redondinha, com letras bagunçadas bem parecida com aquelas encontradas em embalagens de brinquedos?
Será que essa fonte é a melhor para representar um negócio sério? Lembre-se a fonte utilizada precisa ser clara e refletir a personalidade da marca.

E para finalizar, já que vimos à importância de vários fatores na construção de um logotipo, a principal dica de todas vem agora: contrate um profissional qualificado, nada de amadorismo. Afinal, não é essa imagem que seu logotipo quer passar não é mesmo?

 

O orgânico morreu?

Antes de entrarmos nesta questão precisamos deixar claro as diferenças entre postagens. Existem duas formas de alcançar as pessoas dentro do Facebook, uma é gratuita e chamada de orgânica, indica o número de pessoas que receberam qualquer publicação não paga de sua Página na tela delas.

A outra é a forma paga ou patrocinada: quando você paga para o Facebook mostrar algum anúncio ou publicação específica para mais pessoas.

Mas é aí? Você sempre teve um número legal de curtidas e alcance nas suas postagens mas agora esse número caiu significativamente? Calma que nós vamos te explicar.

Não é novidade nenhuma, mas faz algum tempo que o Facebook anunciou uma mudança em seu algoritmo que passou a favorecer posts de familiares, amigos e grupos, diminuindo o alcance de posts de marcas.

A resposta oficial do Facebook para essa situação foi que há páginas demais competindo por visibilidade no feed, a concorrência é alta. Além do mais, o Facebook está tentando garantir que as pessoas estejam vendo apenas o melhor conteúdo, aquilo que é relevante para elas.

O orgânico morreu então? Se ainda não, está dando seus últimos suspiros. Tem gente que discorda disso, mas uma coisa é fato, o Facebook diminui o alcance orgânico cada dia mais. Mas não se desespere, você só precisa entender para saber lidar com isso.

Então a dica é: se você realmente quiser alcançar seu público-alvo no Facebook, precisará complementar seus esforços orgânicos (conteúdo de qualidade e relevante para o usuário) com publicidade paga, mas é preciso fazer da maneira correta para gerar resultado, caso contrário você só vai queimar seu rico dinheirinho.

“Não invisto na internet, meu público-alvo é mais maduro e não está lá”. Será?

Tudo muda muito rápido, novos hábitos surgem e precisamos acompanhar essas mudanças.

Devemos tomar cuidado com as verdades absolutas, com os estereótipos e perceber que muitas vezes essas “verdades” não passam de senso comum. A afirmação que citamos no post serve para exemplificar isso: “Não invisto em internet, meu público-alvo é mais maduro e não está lá.” Essa frase é mais comum do que se pensa e é por isso que buscamos alguns dados para mostrar o quanto afirmações sem pesquisa podem levar ao erro e  prejudicar as estratégias de comunicação de uma empresa. Confira abaixo alguns dados publicados pelo Rafael Kiso da Mlabs:

  •  7 a cada 10 empresas no Brasil acham que os mais velhos não acompanham as transformações tecnológicas. Fonte: FGV / Aging Fee Fair, 2018.
  • No entanto, o estudo da Mind Miners mostrou que as pessoas acima dos 50 anos estão conectadas e ativas nas redes. Assim como em muitos serviços considerados para jovens.
  •  70% dos entrevistados acima de 50 anos consomem Netflix
  •  58% dos entrevistados acima e 50 anos têm conta no Spotify (pago ou preemium).
  •  27% dos entrevistados acima de 50 anos declararam usar ou ter usado um site / app de relacionamentos

    Essa mudança de comportamento já está em curso hoje. Basta observarmos as academias, universidades, cinema, e também a Internet.

    Os maduros estão por toda parte e representam um mercado de R$1 trilhão todo ano.