Em tempos de redes sociais, vale a pena ter site?

É muito comum acreditar que empresas que possuem perfis em redes sociais não precisam de site, que o seu uso se tornou dispensável ou até obsoleto, porém isso é um grande equívoco.

A presença digital da marca é essencial em um mercado cada vez mais competitivo. Entendendo isso, muitas empresas iniciam a presença digital com foco apenas nas redes sociais, pela facilidade e baixo investimento. Porém, com as constantes mudanças de algoritmos, nem todas as pessoas que curtiram a sua página ou seguiram seu perfil estão recebendo o que é publicado. As redes sociais atualmente podem ser comparadas com qualquer outro veículo de comunicação tradicional, se você quer que seu conteúdo apareça para mais pessoas, precisará pagar, investir em anúncios patrocinados.

Diferente das redes sociais, o site da sua empresa é seu. Então a dica é: redes sociais não substituem o site, essas ferramentas se complementam. Para ficar mais claro, seguem alguns dos motivos para você considerar esse investimento:

Facilitar a busca:
Antes de fazer uma compra é comum as pessoas realizarem buscas no Google. Se o seu site estiver otimizado e bem ranqueado, ao procurar pelo serviço ou produto que você oferece, seu potencial cliente pode te encontrar rapidamente.

Credibilidade:
Um site bem construído, objetivo, com um design estratégico ajuda na construção de uma imagem profissional, gerando mais credibilidade e também funcionando como um canal de comunicação para a sua empresa.

Interação com redes sociais:
Site e redes sociais devem trabalhar de forma integrada. Para desenvolver uma comunicação mais eficiente você poderá criar postagens/anúncios destinando os possíveis clientes para o seu site, isso possibilitará detalhar ainda mais as características do seu produto ou serviço e evita aquele “textão” na rede social.

Ter mais controle sobre o seu conteúdo:
Se lembrarmos do Orkut e da sua relevância no Brasil, país com o maior número de usuários, jamais pensaríamos que ele poderia acabar ou ser substituído, certo? Pensando nesse sentido, avalie bem antes de deixar seu conteúdo “refém” em um único lugar. Se a rede social deixar de existir, deixar de ser popular ou se você perder o acesso a esse perfil, todo o seu esforço e conteúdo serão perdidos. Claro que essa é uma previsão extrema, mas não é impossível de que aconteça.

Informações organizadas em menus:

Ter um site também é uma forma de apresentar sua empresa, produtos e serviços de uma forma organizada, objetiva e eficiente. Diferente da rede social onde o conteúdo é distribuído aleatoriamente pelo feed, no site você vai encontrar tudo organizado por seções. Gerando mais praticidade para o seu cliente.

Facilidade de atualizações:
O seu catálogo ou portfólio pode ser alterado a qualquer momento – é mais fácil, econômico e rápido de alterar que o material impresso. De uma maneira geral tem muitos benefícios, como seus negócios funcionando 24h, os sete dias da semana. Sua empresa nunca estará fechada para uma oportunidade de venda ou posicionamento.

Essas são apenas algumas das vantagens em investir em um site. Pesquise mais sobre essa possibilidade e contrate sempre profissionais especializados para a realização desse trabalho. Assim sua empresa contará com mais uma importante ferramenta para fortalecer sua presença digital, aumentar sua visibilidade e por consequência, seus lucros.

5 dicas de como vender pelas redes sociais. 70% da população vai continuar comprando online, mesmo após a pandemia

É inegável que a transição das empresas para o ambiente digital já vinha ganhando muita força nos últimos tempos. Se algumas ainda não consideravam ter presença online, a pandemia acelerou esse processo. O isolamento social trouxe impactos significativos para a economia e, para não perder lucro e facilitar o contato com os clientes, muitas empresas aumentaram a atuação digital para começarem a vender pela internet

De acordo com o Compre&Confie, o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,4 bilhões em abril, aumento de 81% em relação ao mesmo período do ano passado. Porém, montar um e-commerce não é algo tão simples e rápido, exige planejamento e muito investimento, principalmente para garantir a segurança de toda a operação. Por isso, uma das medidas mais simples para pequenas empresas, foi a opção de vender online e apostar no atendimento pelas mídias sociais e aplicativos de bate-papo. Alguns estabelecimentos se mantem abertos apenas para atender pedidos delivery via redes sociais ou aplicativos.

Um outro dado muito interessante é que cerca de 70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos, mesmo após pandemia, indica pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). O estudo também conclui que compras via e-commerce estão cada vez mais comuns devido ao aumento da confiança e diminuição de alguns receios e inseguranças que existiam antes do coronavírus. 

E neste momento fica ainda mais nítido de que não adianta mais ser telefone fixo em tempos de WhatsApp. Hoje é o consumidor que define o comportamento de compra.  

Cada vez mais as marcas buscarão formas de interagir, vender e se posicionar digitalmente. E se você faz parte da parcela que está começando a se aventurar neste meio, gerenciando a própria comunicação da empresa, destacamos 5 dicas que podem te ajudar: 

  • Atendimento online:

É preciso entender que o atendimento online não é diferente do presencial, o cliente precisa ser respondido com cordialidade, seja simpático, use emojis para expressar suas reações. Pesquisa aponta que os clientes dão preferência para as empresas que respondem rápido.

  • Informações atualizadas:

Mantenha as suas redes sociais atualizadas, informe qual a melhor forma de entrar em contato. Quais as formas de pagamento que você aceita, se faz delivery do seu produto. Facilite o contato informando seu WhatsApp.

  • Apresente os fatos:

Usando um dos ensinamentos do famoso publicitário David Ogilvy: apresente os fatos. Nunca poste uma foto ou vídeo de produto ou serviço sem explicar o que é, quais os benefícios e quais os diferenciais que ele oferece. Parta sempre do pressuposto que seu cliente não sabe o que você faz.  Acredite, os clientes se interessam pelas informações. Evite legendas que não dizem nada, não informam, o famoso lero lero. Entregue um conteúdo autêntico, lembre-se que o que vale é a qualidade dos posts e não a quantidade. Para isso use fotos, vídeos, varie os formatos.  Não poste apenas o seu produto/serviço, poste curiosidades, mostre os bastidores da empresa, conte sua história. 

  • Não envie Spam: 

Essa dica é muito importante: não invada o espaço das pessoas. Não mande mensagem promocional no espaço privado, isso pode ser considerado spam e causar uma imagem negativa, tente achar formas mais criativas de postar conteúdo e atrair clientes. Uma das dicas de ouro é: estudar para entender melhor como as ferramentas funcionam. Existe uma infinidade de conteúdos de altíssimo valor na internet que podem te ajudar nessa jornada. Sabe qual a melhor parte? Muitos conteúdos estão disponíveis gratuitamente. 

  • Planeje sua comunicação: 

Faça um planejamento, mantenha uma frequência de postagens. Invista em um site quando puder, assim você permite que seu negócio seja encontrado por muito mais pessoas e também pode fornecer um número maior de informações sobre a sua empresa. Pense com carinho em comprar domínios de e-mail personalizados com o @ da sua empresa, isso vai passar mais profissionalismo e confiança. E quando puder, profissionalize a comunicação contratando profissionais capacitados para fazerem isso por você.

São dicas aparentemente simples, mas que podem ajudar a ter uma nova perspectiva de como atuar neste meio. Busque sempre o conhecimento e o aperfeiçoamento, invista em comunicação na medida das suas possibilidades, com constância, carinho e cuidado. Quando tudo isso passar, e vai passar, sua empresa estará organizada e atingindo cada vez mais resultados. 

 

Drialli Dalazen 

Publicitária, Pós-Graduada em Marketing Digital e Mídias Sociais.

Quando você deve considerar modernizar o logo da sua empresa?

Uma identidade visual bem construída é essencial para que uma empresa seja facilmente lembrada. É através do logotipo e de uma identidade visual consistente que os clientes terão o primeiro contato. Muitas vezes, ao pensar apenas no custo, alguns empresário(a)s optam por criarem a sua própria identidade visual, o que resulta muitas vezes em um logotipo que não representa da melhor forma o negócio ou não passa uma imagem profissional. 

Se este é seu caso, talvez esteja na hora de pensar em fazer um redesign.

Mas o que é redesign?

Redesign é basicamente a reformulação do design de algo, neste caso, de um logo ou de uma identidade visual. Ele é necessário para alinhar a representação visual da empresa com o momento atual.

Mas antes de iniciar este processo é necessário fazer um planejamento e entender os motivos da necessidade da mudança. O redesign não deve ser decidido superficialmente, ele vem como uma solução para problemas encontrados.

Então para te ajudar a identificar se seu logo precisa de um redesign, listamos 10 itens para serem avaliados.

  1. Necessidade de atualização do design: quando as representações visuais não condizem com a atualidade, estão antiquadas.
  2. O logo não transmite profissionalismo, não foi desenvolvido por um profissional especializado e foi criado sem um briefing, sem informações sobre a empresa.
  3. Mudança de posicionamento, gestão.
  4. O design não expressa mais a personalidade da marca.
  5. A empresa está mudando a área de atuação ou de público-alvo.
  6. As cores não se aplicam ao segmento da empresa.
  7. A tipografia escolhida atrapalha a leitura da marca.
  8. Existem muitos logos parecidos com o seu. 
  9. O logotipo/identidade visual não se diferencia dos concorrentes.
  10. Logotipo não tem aplicabilidade nos meios digitais.

Esses são apenas alguns dos motivos para fazer um redesign de marca.  Vale ressaltar sobre a importância de contratar e consultar profissionais especializados para realização deste trabalho. Bons profissionais analisarão informações (briefing), farão pesquisas e com base nisso desenvolverão a opção que melhor representa o seu negócio. Contratar um profissional evita erros como a utilização de materiais sem licença, plágios, erros nas escolhas das cores e seus significados, tipografias etc.  É imprescindível que a identidade visual criada acompanhe os bons princípios do design, mas que não siga modismos. Quando se segue modismos o logo fica datado, e quando a tendência passa, precisará de nova modelagem. Depois que o seu logo e identidade visual estiverem aprovados e direito seu possuir os arquivos finais, nunca deixe esses arquivos apenas com o profissional que os criou, você deve guardar em um lugar de fácil acesso pois sempre vai precisar utilizar. Perder esses arquivos pode gerar custos no caso de precisar fazer o material novamente.  É por último, porém não menos importante, a identidade visual não é um custo, é um investimento que você faz na sua empresa. 

Vai abrir uma empresa? Saiba por que deixar a identidade visual por último é um erro.

Todos os dias, nascem novas empresas. São negócios promissores, com alto potencial de crescimento. E para abrir um novo negócio é preciso fazer vários investimentos. Além de toda a parte burocrática, existe toda a parte da estrutura em si. Quando tudo está quase 100%, do que se lembra? Que essa empresa precisa ter uma “cara”. Precisa de um logo, de uma identidade visual. Afinal é pela identidade visual que o cliente terá seu primeiro contato com a sua marca, por isso ela é tão importante. 

É muito comum pensar na identidade visual como etapa final de todo o processo. Porém isso é um grande erro, a identidade visual precisa ser vista como uma prioridade. Confira alguns problemas mais comuns que podem acontecer por deixar essa etapa por último:

 

  • A verba acabou!  O empresário(a) já investiu em todas as outras áreas da empresa e agora não tem mais tantos recursos financeiros para contratar um serviço profissional. A solução provisória é criar o logotipo em algum site, aplicativo ou pedir para aquele conhecido, que não trabalha profissionalmente e não tem os conhecimentos técnicos necessários, desenvolver o projeto. O resultado muitas vezes é uma identidade sem muita personalidade, que apresenta problemas de construção, de aplicação ou legibilidade, sem significado ou propósito.

Não estou generalizando e dizendo que todo serviço muito barato necessariamente será ruim, mas lembra daquela frase: o barato sai caro? Já me deparei com pessoas que descobriram que seus logotipos foram plagiados, copiados da internet. Já pensou na dor de cabeça de investir na produção de fachada, papelaria, uniformes, plotagens para descobrir que o logotipo é plagiado e que você ainda pode ser processado pela empresa detentora dos direitos da marca? Tudo isso pode ser evitado contratando profissionais especializados.

 

  • Existe verba disponível para fazer o investimento em uma identidade visual, porém não houve planejamento e o projeto precisa ficar pronto” pra ontem”. 

Para construir uma identidade visual forte, com propósito são necessárias algumas etapas importantes. Começando pelo briefing, que é um questionário que o profissional que desenvolverá a identidade visual fará com o empresário/empresária com objetivo de extrair informações importantes para o projeto, tais como: conhecer a empresa, seu posicionamento, personalidade, público-alvo, produtos/serviços, diferenciais etc.

Depois de levantar todas as informações necessárias sobre a empresa e sobre as demandas da identidade visual, inicia-se o processo de análise dessas informações e pesquisas de referências. Neste ponto se inicia a conceituação, a construção do mapa mental levantando os pontos principais e diferenciais para construir a identidade visual com embasamento e pesquisa, nada é feito por acaso e tudo deve ter uma explicação. A escolha da paleta de cores seguindo os princípios da psicologia das cores, tipografia, atributos da marca, simbologia, escolha de arquétipo, pontos de contato, aplicação. Tudo deve ter um porquê e estar condizente com as informações coletadas no briefing. 

Por isso um trabalho assim não pode ser feito de um dia para o outro. É preciso analisar todas as informações para traduzi-las em uma representação visual para a empresa. 

Identidades visuais fortes têm significado, não são construídas por acaso ou por estética, elas devem ser estratégicas. Depois de definida, a identidade visual vira o alicerce de todas as identidades do negócio, online e offline. Toda a comunicação deverá seguir a mesma linguagem, o mesmo padrão visual para que o público faça rapidamente uma associação com a empresa. Investir em uma identidade visual faz a diferença e quando bem concebida, demonstra visualmente profissionalismo, credibilidade e confiança, gerando ainda mais valor para o seu negócio.

 

O que você precisa saber antes de escolher o nome de uma empresa.

O nome de uma empresa é um de seus maiores patrimônios. Mesmo que a marca mude ao longo do tempo devido a necessidade de modernização ou de posicionamento, o nome permanecerá igual, salvo raras exceções. É por ele que uma empresa será reconhecida e diferenciada.

Escolher o nome de uma empresa é algo que, a princípio, parece simples, porém quem já teve que desempenhar essa tarefa pode afirmar o contrário. Por isso evidencio alguns fatores que devem ser levados em consideração.

Ao pensar em um nome lembre-se que ele precisa ser simples, fácil de lembrar, memorável. Fácil de falar e de ler. Gerar associações positivas. Vale pensar na localização da sua empresa, será que é válido usar um nome em inglês ou em outro idioma? Seu público-alvo falará esse nome com facilidade? Entenderá facilmente via telefone?

Só através de muitas pesquisas, análises e várias tentativas é que se chegará a um nome interessante, autêntico e único. Além de tudo isso, é válido lembrar que este nome precisa ser legalmente protegível. Por isso, evite ao máximo os nomes óbvios, possivelmente esses nomes já possuem registro e não estão mais disponíveis.

“A Lei da Propriedade Industrial (Lei 9.279/96) define que a pessoa/empresa que registrar primeiro uma marca terá direito ao uso exclusivo da mesma em todo o território nacional. Ou seja, mesmo que sua empresa opere há anos no Brasil com um nome não registrado, a partir do momento que um terceiro faça o registro, ele terá o direito sobre essa marca. Com isso, você será obrigado a parar de usar o nome de sua empresa, impactando diretamente o seu negócio.”

Mas como saber se o nome está disponível?

Comece fazendo uma busca no Google e nas redes sociais com o nome que você escolheu. Assim terá resultados abrangentes sobre o mercado, concorrentes e também pode verificar se já existem empresas utilizando esse nome.

Porém isso não é tudo, para saber se a marca já existe legalmente você precisará fazer uma busca mais aprofundada, precisa pesquisar no site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que disponibiliza sua base de marcas para consulta pública.

Se tudo estiver correto, faça o registro o quanto antes para evitar plágios e cópias de sua marca. O registro evita que outras empresas possam usar o seu nome.

Optar por não registar a sua marca pode oferecer riscos se outra empresa fizer o registro primeiro. Você pode receber uma notificação para deixar de utilizar o nome, isso pode gerar muitos prejuízos para a sua empresa, inclusive o financeiro. Imagine que você já fez um grande investimento em placas, plotagens, papelaria, uniformes e já é bem reconhecido pelo nome que usa.

É válido ressaltar que que existem empresas especializadas em naming (processo de criação de nomes) e em registro de marca. Considere sempre ter um acompanhamento profissional para te auxiliar na realização destas etapas. Com certeza é um investimento válido que pode evitar problemas futuros. O valor de uma marca é imensurável, e esse é um dos principais motivos para registrá-la.

Deixo aqui alguns links para consultar a disponibilidade de nomes, tanto em domínios para sites como em redes sociais e também no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial:

https://namechk.com/ – pesquisa disponibilidade de domínio em sites e também disponibilidade do nome para redes sociais.

https://registro.br/ – Pesquisa disponibilidade de domínio para site e oferece a possiblidade de registro.

https://www.gov.br/inpi/pt-br – Pesquisa para disponibilidade de registro de marca.

Storytelling: Como encantar clientes nas redes sociais?

Antes de qualquer dica precisamos nos perguntar: por qual motivo a maioria das pessoas acessa as redes sociais? Tenha certeza, elas não entram pensando em comprar produtos, mas sim em busca de relacionamento, conversa e companhia. ⁣

Já foi o tempo em que para vender só falávamos dos benefícios do produto ou serviço de forma sistemática e fria. E com a democratização das redes, o que é ótimo por sinal, tem uma nova questão, ficou cada vez mais difícil conquistar a atenção online, neste exato momento você está disputando os clientes dos seus sonhos com outras empresas ou profissionais.⁣

Por isso hoje vamos te ensinar uma técnica muito utilizada no marketing de grandes marcas, mas que você também pode utilizá-la como estratégia para chamar atenção e se diferenciar.⁣

Já ouviu falar de Storytelling? Originário do inglês, o termo se divide entre “story”, que é “história”, e “telling”, que se traduz como “contar”. Neste sentido, o storytelling surge como a prática ou técnica de apresentar uma boa história.⁣

Contar histórias é uma ótima forma para compartilhar ideias, conhecimentos e demais interesses através de uma narrativa. O objetivo é encantar e cativar sua audiência para estreitar a relação com seu cliente ideal. ⁣

Para você conseguir visualizar como seria, vamos dar um exemplo: a marca OMO. Dificilmente você verá um comercial salientando apenas os benefícios do produto, como: lava bem e tira manchas. Mas sim uma história de uma criança se divertindo, fazendo novas descobertas. Lembra da iniciativa Porque Se Sujar Faz Bem? Não se trata apenas do produto, mas da experiência envolvida. ⁣

Às vezes é muito mais interessante para o seu cliente que você conte uma história, que você crie um relacionamento de uma forma mais sutil do que oferecer um serviço ou um produto logo de cara.⁣

E sim, você pode não ser uma grande marca, especialista na sua área ou alguém famoso, não tem problema, não se trata apenas de histórias cinematográficas, mas sim de histórias que conectam e geram empatia. Encontre na sua narrativa aquilo que é importante para você, mas que pode ser útil ou importante para os outros também.⁣

Pense nisso e comece agora mesmo contar suas histórias nas redes sociais.

Não compre seguidores no Instagram

Quem usa o Instagram para negócios, seja para construir uma marca pessoal ou até mesmo para se posicionar como influenciador, um dos objetivos em comum na rede é aumentar o número de seguidores para gerar relevância e autoridade.

Mas levados pela ilusão do retorno imediato muitos acabam cedendo à tentação de comprar seguidores no Instagram. É um grande erro,  continue na leitura que você descobrirá várias desvantagens dessa prática.

Existem duas formas para conseguir muitos seguidores em velocidade recorde, a primeira é comprando seguidores fantasmas “audiência” composta por bots, contas falsas, e a segunda é usando automação para conseguir seguidores reais. Mas a automação não é muito melhor, não se engane.

Você provavelmente já foi alvo: perfis aleatórios que passam a te seguir e curtir suas fotos geralmente depois que você seguiu algum outro perfil relacionado com a proposta daquele. Isso acontece por um motivo: os perfis que fazem isso estão usando uma estratégia de geração e crescimento de audiência chamada automação. Não é a pessoa ou marca te seguindo, é um robô que faz isso por ela. O aumento de seguidores é pela “métrica de vaidade”, e não pelo interesse em você, desculpa não fique triste, não é culpa sua. ;(

O que muitos não entendem ainda é que não adianta ter muitos seguidores se eles não estão engajados com seu propósito de marca. Isso por que o Instagram não se baseia apenas em número de seguidores para determinar relevância; o fator principal é o engajamento, a capacidade que determinada conta tem de movimentar seus seguidores em torno de suas publicações, seja por likes, comentários, salvamentos e compartilhamentos.

Às vezes o perfil tem mais de 20k mas o número de curtidas e interações nas postagens é baixíssimo. E por que isso? É simples, os seguidores comprados não interagem, pois não seguiram pelo conteúdo e sim apenas pela reciprocidade do like, ou simplesmente porque são falsos.

E então, você ainda acha que comprar seguidores no Instagram é uma boa ideia? Veja outras desvantagens:

Perda de relevância:

O algoritmo do Instagram está cada vez mais inteligente. Uma das mudanças está relacionada a entrega de conteúdo: suas postagens são exibidas no feed de outras pessoas de acordo com interações recebidas. E se você não recebe interação, logo seu conteúdo não chegará para mais pessoas. Entende?

Instagram monitora:

Outro motivo importante pelo qual você não deve comprar seguidores no Instagram, é porque a plataforma está de olho em usuários que estão utilizando essa funcionalidade. E o que ele faz? Está banindo e bloqueando as contas.

Mas sabe qual é a boa estratégia para conseguir seguidores? Gerar conteúdo de qualidade, relevante para sua audiência, se dedicar de forma genuína na construção do seu público, não importa se são 500 seguidores. Até quem tem milhares de seguidores começou de forma pequena. Lembre que autoridade e relevância não se compram, se conquistam. Valorize o conteúdo e não apenas os números inflados de forma artificial.

Preço no inbox

As mídias sociais são hoje uma poderosa vitrine para os empreendedores, onde eles podem divulgar produtos e serviços. Mas com isso também surgiu uma prática muitas vezes odiada, o tal do “preço inbox”, que nada mais é do que uma mensagem privada utilizada quando se deseja conversar exclusivamente com uma pessoa. 🗣

Mas vamos ao que interessa. Qual é a forma correta? Postar direto o preço ou levar o potencial cliente para a mensagem privada?

O que muitos prestadores, fornecedores e consumidores não sabem é que esta prática de “preço inbox”, que é tão corriqueira, não possui amparo legal no Código de Defesa do Consumidor, que prevê que a oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, entre as quais a informação do preço. Informar preço por direct é considerada ilegal e vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, que exigem acesso de forma clara e direta a todas as informações do produto ou serviço oferecido, sendo obrigatório informar o preço na página/ anúncio da oferta.

Então para evitar qualquer problema futuro tanto o produto de alto valor agregado: neste caso como, por exemplo: imóveis, carros, entre outros. Quanto produtos comprados por impulso, com menor custo, nessa categoria estão: roupas, sapatos, cosméticos, acessórios devem vir acompanhados do preço.

Exceção à regra: em casos em que o serviço ou produto dependa de algum orçamento, não é necessário que tenha o valor exposto, mas que seja alertado que é necessário orçamento.

É preciso pensar que os consumidores podem desistir da compra, justamente por ela ter barreiras dificultando as informações. Então muitas vezes a estratégia de criar um mistério para revelar o valor ou querer esconder o preço da concorrência pode ser um tiro no pé além de ilegal. O objetivo deve ser sempre facilitar essa operação.

Espero que ao entender esses conceitos fique mais fácil, para você que é empreendedor, definir sua estratégia. Boas vendas!

Como se posicionar nas redes sociais em tempos de COVID-19?

A pandemia mundial causada pelo (COVID-19) tem afetado de diversas formas a vida das pessoas. E para conter a propagação do vírus, várias precauções e medidas foram tomadas, dentre elas o isolamento social. O momento é cheio de incertezas e uma das dúvidas é sobre como as empresas devem se posicionar nas redes sociais.

 

Devo seguir publicando nas redes sociais da minha empresa?

Sim! Se você dispõe de recursos financeiros para isso, continue. Muitas empresas na dúvida do que postar, não estão postando nada. Essa é a alternativa mais rápida, porém não é a mais assertiva. O momento é de se mostrar próximo, fazer parte da vida das pessoas, mesmo com a distância física. Quando você para com conteúdo e anúncios, eventualmente sua página de Facebook e perfil de Instagram caem no ranqueamento que é feito automaticamente pelos algoritmos. Quando você precisar voltar, o alcance ficará bem comprometido. Então, a dica principal é: mantenha a frequência de conteúdo e anúncios. Outro ponto importante é que neste momento as pessoas estão mais conectadas, então a audiência é maior. Mas vale lembrar que se não publicar nada é ruim, publicar em excesso também não é o indicado. Preze sempre pela qualidade dos conteúdos e não pela quantidade.

 

Devo mudar o conteúdo das publicações?

Esse período pede cautela e adaptação. É preciso ser criativo e pensar em novas formas de se posicionar e estreitar as relações entre o público e a marca. É hora de repensar a forma de negócio e o que você oferece. Vários segmentos já estão adequando suas atividades a esta nova realidade. São academias oferecendo planos para que o cliente continue as atividades em casa. Hotéis dando descontos para reservas futuras, agências de viagens antecipando pacotes de viagens para o ano que vem, restaurantes optando pelo delivery, pet shops dando dicas de como cuidar do pet em casa e por aí vai. 

É a hora de pensar que o seu posicionamento de agora vai definir como as pessoas/clientes lembrarão de sua empresa. Uma empresa preocupada com o bem-estar das pessoas e conectada com o que elas estão sentindo. 

 

 

O empreeendedor sentirá uma leve pressão no texto

Empreender não é tarefa fácil, o acúmulo de funções e preocupações diárias muitas vezes consomem muito tempo e algumas questões importantes vão ficando de lado, como a comunicação e gestão da própria marca.

Um dos maiores erros dos empreendedores de pequenas e médias empresas e achar que a comunicação é um gasto desnecessário, um “desperdício” de dinheiro. Embora muitas vezes infelizmente não esteja entre as prioridades do negócio, é muito importante sim, pois é o canal com o público. Inclusive a falta de conhecimento de seus gestores em comunicação é uma das principais causas da mortalidade infantil das empresas.

Imagine assim, seu concorrente cuida e entende que a comunicação é algo importante e deve ser tratada como tal. Já você, tem suas redes sociais desorganizadas, com conteúdo pouco relevante e até com erros de português ou é um combo de tudo com aquele site abandonado que parece que foi feito no século passado. Será que você está passando uma boa imagem e credibilidade para o seu consumidor? As pessoas vão sentir vontade de comprar, consumir seu produto ou serviço?

Então a dica é, o plano de negócio precisa incluir o investimento em comunicação, nem que seja mínimo no começo. Mas não se preocupe, nunca é tarde para começar.

Pensando em tudo isso, o lendário, o pai do marketing Philip Kotler tem umas palavrinhas para você empreendedor: As empresas prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazerem nada.

E o custo existe, e começa a ser sentido quando o seu concorrente fica com um cliente que poderia ter sido seu, por não te encontrar no Google, nas redes sociais, ou te encontra mas julgar que você não merece a atenção dele, afinal você não investiu para isso né?