Em tempos de redes sociais, vale a pena ter site?

É muito comum acreditar que empresas que possuem perfis em redes sociais não precisam de site, que o seu uso se tornou dispensável ou até obsoleto, porém isso é um grande equívoco.

A presença digital da marca é essencial em um mercado cada vez mais competitivo. Entendendo isso, muitas empresas iniciam a presença digital com foco apenas nas redes sociais, pela facilidade e baixo investimento. Porém, com as constantes mudanças de algoritmos, nem todas as pessoas que curtiram a sua página ou seguiram seu perfil estão recebendo o que é publicado. As redes sociais atualmente podem ser comparadas com qualquer outro veículo de comunicação tradicional, se você quer que seu conteúdo apareça para mais pessoas, precisará pagar, investir em anúncios patrocinados.

Diferente das redes sociais, o site da sua empresa é seu. Então a dica é: redes sociais não substituem o site, essas ferramentas se complementam. Para ficar mais claro, seguem alguns dos motivos para você considerar esse investimento:

Facilitar a busca:
Antes de fazer uma compra é comum as pessoas realizarem buscas no Google. Se o seu site estiver otimizado e bem ranqueado, ao procurar pelo serviço ou produto que você oferece, seu potencial cliente pode te encontrar rapidamente.

Credibilidade:
Um site bem construído, objetivo, com um design estratégico ajuda na construção de uma imagem profissional, gerando mais credibilidade e também funcionando como um canal de comunicação para a sua empresa.

Interação com redes sociais:
Site e redes sociais devem trabalhar de forma integrada. Para desenvolver uma comunicação mais eficiente você poderá criar postagens/anúncios destinando os possíveis clientes para o seu site, isso possibilitará detalhar ainda mais as características do seu produto ou serviço e evita aquele “textão” na rede social.

Ter mais controle sobre o seu conteúdo:
Se lembrarmos do Orkut e da sua relevância no Brasil, país com o maior número de usuários, jamais pensaríamos que ele poderia acabar ou ser substituído, certo? Pensando nesse sentido, avalie bem antes de deixar seu conteúdo “refém” em um único lugar. Se a rede social deixar de existir, deixar de ser popular ou se você perder o acesso a esse perfil, todo o seu esforço e conteúdo serão perdidos. Claro que essa é uma previsão extrema, mas não é impossível de que aconteça.

Informações organizadas em menus:

Ter um site também é uma forma de apresentar sua empresa, produtos e serviços de uma forma organizada, objetiva e eficiente. Diferente da rede social onde o conteúdo é distribuído aleatoriamente pelo feed, no site você vai encontrar tudo organizado por seções. Gerando mais praticidade para o seu cliente.

Facilidade de atualizações:
O seu catálogo ou portfólio pode ser alterado a qualquer momento – é mais fácil, econômico e rápido de alterar que o material impresso. De uma maneira geral tem muitos benefícios, como seus negócios funcionando 24h, os sete dias da semana. Sua empresa nunca estará fechada para uma oportunidade de venda ou posicionamento.

Essas são apenas algumas das vantagens em investir em um site. Pesquise mais sobre essa possibilidade e contrate sempre profissionais especializados para a realização desse trabalho. Assim sua empresa contará com mais uma importante ferramenta para fortalecer sua presença digital, aumentar sua visibilidade e por consequência, seus lucros.

5 dicas de como vender pelas redes sociais. 70% da população vai continuar comprando online, mesmo após a pandemia

É inegável que a transição das empresas para o ambiente digital já vinha ganhando muita força nos últimos tempos. Se algumas ainda não consideravam ter presença online, a pandemia acelerou esse processo. O isolamento social trouxe impactos significativos para a economia e, para não perder lucro e facilitar o contato com os clientes, muitas empresas aumentaram a atuação digital para começarem a vender pela internet

De acordo com o Compre&Confie, o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,4 bilhões em abril, aumento de 81% em relação ao mesmo período do ano passado. Porém, montar um e-commerce não é algo tão simples e rápido, exige planejamento e muito investimento, principalmente para garantir a segurança de toda a operação. Por isso, uma das medidas mais simples para pequenas empresas, foi a opção de vender online e apostar no atendimento pelas mídias sociais e aplicativos de bate-papo. Alguns estabelecimentos se mantem abertos apenas para atender pedidos delivery via redes sociais ou aplicativos.

Um outro dado muito interessante é que cerca de 70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos, mesmo após pandemia, indica pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). O estudo também conclui que compras via e-commerce estão cada vez mais comuns devido ao aumento da confiança e diminuição de alguns receios e inseguranças que existiam antes do coronavírus. 

E neste momento fica ainda mais nítido de que não adianta mais ser telefone fixo em tempos de WhatsApp. Hoje é o consumidor que define o comportamento de compra.  

Cada vez mais as marcas buscarão formas de interagir, vender e se posicionar digitalmente. E se você faz parte da parcela que está começando a se aventurar neste meio, gerenciando a própria comunicação da empresa, destacamos 5 dicas que podem te ajudar: 

  • Atendimento online:

É preciso entender que o atendimento online não é diferente do presencial, o cliente precisa ser respondido com cordialidade, seja simpático, use emojis para expressar suas reações. Pesquisa aponta que os clientes dão preferência para as empresas que respondem rápido.

  • Informações atualizadas:

Mantenha as suas redes sociais atualizadas, informe qual a melhor forma de entrar em contato. Quais as formas de pagamento que você aceita, se faz delivery do seu produto. Facilite o contato informando seu WhatsApp.

  • Apresente os fatos:

Usando um dos ensinamentos do famoso publicitário David Ogilvy: apresente os fatos. Nunca poste uma foto ou vídeo de produto ou serviço sem explicar o que é, quais os benefícios e quais os diferenciais que ele oferece. Parta sempre do pressuposto que seu cliente não sabe o que você faz.  Acredite, os clientes se interessam pelas informações. Evite legendas que não dizem nada, não informam, o famoso lero lero. Entregue um conteúdo autêntico, lembre-se que o que vale é a qualidade dos posts e não a quantidade. Para isso use fotos, vídeos, varie os formatos.  Não poste apenas o seu produto/serviço, poste curiosidades, mostre os bastidores da empresa, conte sua história. 

  • Não envie Spam: 

Essa dica é muito importante: não invada o espaço das pessoas. Não mande mensagem promocional no espaço privado, isso pode ser considerado spam e causar uma imagem negativa, tente achar formas mais criativas de postar conteúdo e atrair clientes. Uma das dicas de ouro é: estudar para entender melhor como as ferramentas funcionam. Existe uma infinidade de conteúdos de altíssimo valor na internet que podem te ajudar nessa jornada. Sabe qual a melhor parte? Muitos conteúdos estão disponíveis gratuitamente. 

  • Planeje sua comunicação: 

Faça um planejamento, mantenha uma frequência de postagens. Invista em um site quando puder, assim você permite que seu negócio seja encontrado por muito mais pessoas e também pode fornecer um número maior de informações sobre a sua empresa. Pense com carinho em comprar domínios de e-mail personalizados com o @ da sua empresa, isso vai passar mais profissionalismo e confiança. E quando puder, profissionalize a comunicação contratando profissionais capacitados para fazerem isso por você.

São dicas aparentemente simples, mas que podem ajudar a ter uma nova perspectiva de como atuar neste meio. Busque sempre o conhecimento e o aperfeiçoamento, invista em comunicação na medida das suas possibilidades, com constância, carinho e cuidado. Quando tudo isso passar, e vai passar, sua empresa estará organizada e atingindo cada vez mais resultados. 

 

Drialli Dalazen 

Publicitária, Pós-Graduada em Marketing Digital e Mídias Sociais.

Storytelling: Como encantar clientes nas redes sociais?

Antes de qualquer dica precisamos nos perguntar: por qual motivo a maioria das pessoas acessa as redes sociais? Tenha certeza, elas não entram pensando em comprar produtos, mas sim em busca de relacionamento, conversa e companhia. ⁣

Já foi o tempo em que para vender só falávamos dos benefícios do produto ou serviço de forma sistemática e fria. E com a democratização das redes, o que é ótimo por sinal, tem uma nova questão, ficou cada vez mais difícil conquistar a atenção online, neste exato momento você está disputando os clientes dos seus sonhos com outras empresas ou profissionais.⁣

Por isso hoje vamos te ensinar uma técnica muito utilizada no marketing de grandes marcas, mas que você também pode utilizá-la como estratégia para chamar atenção e se diferenciar.⁣

Já ouviu falar de Storytelling? Originário do inglês, o termo se divide entre “story”, que é “história”, e “telling”, que se traduz como “contar”. Neste sentido, o storytelling surge como a prática ou técnica de apresentar uma boa história.⁣

Contar histórias é uma ótima forma para compartilhar ideias, conhecimentos e demais interesses através de uma narrativa. O objetivo é encantar e cativar sua audiência para estreitar a relação com seu cliente ideal. ⁣

Para você conseguir visualizar como seria, vamos dar um exemplo: a marca OMO. Dificilmente você verá um comercial salientando apenas os benefícios do produto, como: lava bem e tira manchas. Mas sim uma história de uma criança se divertindo, fazendo novas descobertas. Lembra da iniciativa Porque Se Sujar Faz Bem? Não se trata apenas do produto, mas da experiência envolvida. ⁣

Às vezes é muito mais interessante para o seu cliente que você conte uma história, que você crie um relacionamento de uma forma mais sutil do que oferecer um serviço ou um produto logo de cara.⁣

E sim, você pode não ser uma grande marca, especialista na sua área ou alguém famoso, não tem problema, não se trata apenas de histórias cinematográficas, mas sim de histórias que conectam e geram empatia. Encontre na sua narrativa aquilo que é importante para você, mas que pode ser útil ou importante para os outros também.⁣

Pense nisso e comece agora mesmo contar suas histórias nas redes sociais.

Não compre seguidores no Instagram

Quem usa o Instagram para negócios, seja para construir uma marca pessoal ou até mesmo para se posicionar como influenciador, um dos objetivos em comum na rede é aumentar o número de seguidores para gerar relevância e autoridade.

Mas levados pela ilusão do retorno imediato muitos acabam cedendo à tentação de comprar seguidores no Instagram. É um grande erro,  continue na leitura que você descobrirá várias desvantagens dessa prática.

Existem duas formas para conseguir muitos seguidores em velocidade recorde, a primeira é comprando seguidores fantasmas “audiência” composta por bots, contas falsas, e a segunda é usando automação para conseguir seguidores reais. Mas a automação não é muito melhor, não se engane.

Você provavelmente já foi alvo: perfis aleatórios que passam a te seguir e curtir suas fotos geralmente depois que você seguiu algum outro perfil relacionado com a proposta daquele. Isso acontece por um motivo: os perfis que fazem isso estão usando uma estratégia de geração e crescimento de audiência chamada automação. Não é a pessoa ou marca te seguindo, é um robô que faz isso por ela. O aumento de seguidores é pela “métrica de vaidade”, e não pelo interesse em você, desculpa não fique triste, não é culpa sua. ;(

O que muitos não entendem ainda é que não adianta ter muitos seguidores se eles não estão engajados com seu propósito de marca. Isso por que o Instagram não se baseia apenas em número de seguidores para determinar relevância; o fator principal é o engajamento, a capacidade que determinada conta tem de movimentar seus seguidores em torno de suas publicações, seja por likes, comentários, salvamentos e compartilhamentos.

Às vezes o perfil tem mais de 20k mas o número de curtidas e interações nas postagens é baixíssimo. E por que isso? É simples, os seguidores comprados não interagem, pois não seguiram pelo conteúdo e sim apenas pela reciprocidade do like, ou simplesmente porque são falsos.

E então, você ainda acha que comprar seguidores no Instagram é uma boa ideia? Veja outras desvantagens:

Perda de relevância:

O algoritmo do Instagram está cada vez mais inteligente. Uma das mudanças está relacionada a entrega de conteúdo: suas postagens são exibidas no feed de outras pessoas de acordo com interações recebidas. E se você não recebe interação, logo seu conteúdo não chegará para mais pessoas. Entende?

Instagram monitora:

Outro motivo importante pelo qual você não deve comprar seguidores no Instagram, é porque a plataforma está de olho em usuários que estão utilizando essa funcionalidade. E o que ele faz? Está banindo e bloqueando as contas.

Mas sabe qual é a boa estratégia para conseguir seguidores? Gerar conteúdo de qualidade, relevante para sua audiência, se dedicar de forma genuína na construção do seu público, não importa se são 500 seguidores. Até quem tem milhares de seguidores começou de forma pequena. Lembre que autoridade e relevância não se compram, se conquistam. Valorize o conteúdo e não apenas os números inflados de forma artificial.

Preço no inbox

As mídias sociais são hoje uma poderosa vitrine para os empreendedores, onde eles podem divulgar produtos e serviços. Mas com isso também surgiu uma prática muitas vezes odiada, o tal do “preço inbox”, que nada mais é do que uma mensagem privada utilizada quando se deseja conversar exclusivamente com uma pessoa. 🗣

Mas vamos ao que interessa. Qual é a forma correta? Postar direto o preço ou levar o potencial cliente para a mensagem privada?

O que muitos prestadores, fornecedores e consumidores não sabem é que esta prática de “preço inbox”, que é tão corriqueira, não possui amparo legal no Código de Defesa do Consumidor, que prevê que a oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, entre as quais a informação do preço. Informar preço por direct é considerada ilegal e vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, que exigem acesso de forma clara e direta a todas as informações do produto ou serviço oferecido, sendo obrigatório informar o preço na página/ anúncio da oferta.

Então para evitar qualquer problema futuro tanto o produto de alto valor agregado: neste caso como, por exemplo: imóveis, carros, entre outros. Quanto produtos comprados por impulso, com menor custo, nessa categoria estão: roupas, sapatos, cosméticos, acessórios devem vir acompanhados do preço.

Exceção à regra: em casos em que o serviço ou produto dependa de algum orçamento, não é necessário que tenha o valor exposto, mas que seja alertado que é necessário orçamento.

É preciso pensar que os consumidores podem desistir da compra, justamente por ela ter barreiras dificultando as informações. Então muitas vezes a estratégia de criar um mistério para revelar o valor ou querer esconder o preço da concorrência pode ser um tiro no pé além de ilegal. O objetivo deve ser sempre facilitar essa operação.

Espero que ao entender esses conceitos fique mais fácil, para você que é empreendedor, definir sua estratégia. Boas vendas!

Como se posicionar nas redes sociais em tempos de COVID-19?

A pandemia mundial causada pelo (COVID-19) tem afetado de diversas formas a vida das pessoas. E para conter a propagação do vírus, várias precauções e medidas foram tomadas, dentre elas o isolamento social. O momento é cheio de incertezas e uma das dúvidas é sobre como as empresas devem se posicionar nas redes sociais.

 

Devo seguir publicando nas redes sociais da minha empresa?

Sim! Se você dispõe de recursos financeiros para isso, continue. Muitas empresas na dúvida do que postar, não estão postando nada. Essa é a alternativa mais rápida, porém não é a mais assertiva. O momento é de se mostrar próximo, fazer parte da vida das pessoas, mesmo com a distância física. Quando você para com conteúdo e anúncios, eventualmente sua página de Facebook e perfil de Instagram caem no ranqueamento que é feito automaticamente pelos algoritmos. Quando você precisar voltar, o alcance ficará bem comprometido. Então, a dica principal é: mantenha a frequência de conteúdo e anúncios. Outro ponto importante é que neste momento as pessoas estão mais conectadas, então a audiência é maior. Mas vale lembrar que se não publicar nada é ruim, publicar em excesso também não é o indicado. Preze sempre pela qualidade dos conteúdos e não pela quantidade.

 

Devo mudar o conteúdo das publicações?

Esse período pede cautela e adaptação. É preciso ser criativo e pensar em novas formas de se posicionar e estreitar as relações entre o público e a marca. É hora de repensar a forma de negócio e o que você oferece. Vários segmentos já estão adequando suas atividades a esta nova realidade. São academias oferecendo planos para que o cliente continue as atividades em casa. Hotéis dando descontos para reservas futuras, agências de viagens antecipando pacotes de viagens para o ano que vem, restaurantes optando pelo delivery, pet shops dando dicas de como cuidar do pet em casa e por aí vai. 

É a hora de pensar que o seu posicionamento de agora vai definir como as pessoas/clientes lembrarão de sua empresa. Uma empresa preocupada com o bem-estar das pessoas e conectada com o que elas estão sentindo. 

 

 

10 maiores erros que empresas cometem nas redes sociais

A internet democratizou o acesso e divulgação de muitas empresas, antes apenas as com mais recursos anunciavam seu produto em mídias tradicionais justamente pelo alto valor investido, isso criava uma barreira para as marcas menores. Agora qualquer empresa pode estar na internet, desenvolver conteúdo e vender seus produtos com ajuda das redes sociais. Que coisa boa né?

Porém, com essa facilidade muitas empresas que gerenciam suas próprias contas acabam cometendo muitos erros nos canais que acabam mais atrapalhando sua imagem do que ajudando. Gerenciar uma marca não é tarefa fácil, se você acha que é, provavelmente desconhece esse universo. Vamos ver alguns dos maiores erros?

1. Entrar nas redes sociais sem um objetivo
Não basta criar a conta e pronto, acabou! Antes mesmo de entrar nas redes sociais a marca precisa saber qual é seu propósito, por que ela existe, qual a dor que ela vai resolver para o seu cliente. Que tipo de abordagem vai usar. Sem ter uma estratégia definida a comunicação vai ficar fraca, inconsistente no seu objetivo. Tipo um palestrante que não sabe o que falar. Já imaginou isso?

2. Não conhecer a persona (público-alvo)  
Imagine você conversando com alguém. Muito vago falar isso né? Afinal de contas, como imaginar uma pessoa sem qualquer  informação extra sobre ela? Por isso conhecer a persona é importante, quando se tem clareza sobre quem ela é, fica mais fácil desenvolver um relacionamento com ela, criar um conteúdo interessante que envolva, solucione as dores dela e a encante.

3. Não saber a personalidade da marca (tom de voz)
Você iria em uma entrevista de emprego com roupa de praia? Obviamente não né? Por que você precisa ser coerente. E as marcas também precisam. Uma empresa que atua em uma ramo de exclusividade e luxo precisa ter uma personalidade na rede social de acordo, tanto no tom de voz quanto na identidade, assim como uma mais descontraída como a Netflix tem sua comunicação voltada nesse sentido do entretenimento.

Veja algumas características de personalidade que a marca pode ter, como por exemplo: sincera, divertida, honesta, inovadora, amigável, competente, empolgante confiável, sofisticada e autêntica

Uma dica interessante, caso você não saiba como definir sua personalidade de marca é perguntar aos colaboradores, ou  clientes como eles enxergam a marca, como se ela fosse uma pessoa.

4. Comprar seguidores 
Achar que o que conta é o número de seguidores é um dos erros mais comuns. Muitas  marcas compram pacotes com seguidores, usam automação, fazem promoção e sorteio sem parar para obter mais seguidores. Mas fazer isso sem estratégia e planejamento é atrair uma multidão de “seguidores sujos” que não querem saber do seu discurso, isso é péssimo, atrapalha o algoritmo em entregar seu conteúdo para aquele verdadeiro fã da marca, aquele de qualidade que curte, compartilha e comenta os conteúdos da marca e ainda mais importante consomem os seus produtos!

5. Postar apenas propaganda.
As pessoas entram nas redes sociais para comprar? Não exatamente, antes elas entram para interagir, se divertir, acompanhar a vida de amigos e conhecidos. Se deparar com catálogo online, produto, venda, promoção, é chato, não é interessante, mude a abordagem, ofereça conteúdo interessante também e depois fale do produto. Caso contrário você vai ser aquele anúncio no meio do programa favorito, tipo como acontece com a tv sabe?

6. Mandar spam por mensagem direta.
Usar a mensagem privada para panfletar? Nunca, nunca faça isso. É inconveniente, invasivo, mostra que você não sabe usar a ferramenta da maneira correta e passa imagem de amadorismo e desespero.

7. Fotos de baixa qualidade
Fotos do Google imagens, com marca d’água ou de baixa qualidade não dá. Mais uma vez, aqui na internet é tudo online não temos acesso ao produtos físico por isso uma boa imagem é fundamental, é básico. Pense que você está competindo não apenas com empresas da sua cidade, dependendo do produto, mas está competindo com empresas do país todo. Você precisa se diferenciar, e uma boa foto tem esse poder.

8. Não criar uma identidade forte
Sem um padrão de design, para que seu consumidor veja a postagem e relacione a sua marca fica bem difícil fortalecer sua imagem com ele. Um exemplo bem batido mas que é muito bom é o McDonald’s, já pensou se toda hora eles mudassem as cores, o tipo de layout? Provavelmente teriam demorado bem mais para conquistarem o reconhecimento que tem hoje.

9. Poluir a linha do tempo
Postar pouco é ruim pois prejudica alcance e engajamento, mas postar muito, principalmente quando o conteúdo não é muito relevante, tem grandes chances de atrair a ira dos usuários da rede. Não é a quantidade é a qualidade, lembre disso.

10. Não responder dúvidas 
Quando uma marca cria as redes sociais ela já está de acordo e precisa estar ciente da necessidade de  interagir com os usuários, afinal de contas leia esse nome pausadamente, REDES SOCIAIS, parece óbvio né? Nem tanto, muitas empresas estão lá e não respondem as perguntas dos usuários, nem suas avaliações, nem suas críticas. Ao criar uma página, a marca se propõe a estabelecer um diálogo com o consumidor. Não responder a um questionamento ou demorar muito para fazer isso pode irritar o usuário e causar uma má impressão.

Ambientes instagramáveis. Seu cliente vendendo para você.

As redes sociais são ferramentas muito poderosas na divulgação de qualquer produto, marca ou serviço, isso não é nenhuma novidade. Além disso, com elas surgiram novas palavras, um novo perfil de consumidor e novas profissões, olá digital influencers.

Mas uma nova palavra que se torna importante aqui surgiu com as redes sociais, foi a palavra “instagramável”, sim, ela não existe no nosso dicionário mas tem significado e já tem muitas buscas pelo Google. Tá, sem enrolação, vamos a explicação do termo. A palavra como já dá para imaginar é inspirada na popular rede social Instagram, e basicamente  tem relação com tudo aquilo que é esteticamente perfeito, bonito, “postável”  ou seja, aquela foto que quando aparecer fará sucesso no feed com os usuários já que o Instagram tem completo apelo visual.

Agora que você já sabe do que se trata, vamos falar de ambientes instagramáveis? Não, não desista deste texto que tem muita informação legal ainda.  

Então, com a influência das redes sociais na vida das pessoas, todo o usuário que tem perfil no Instagram pode ser um produtor de conteúdo e influenciar pessoas. Como o apelo da rede é bastante estético, há um cuidado muito grande com as imagens que são compartilhadas. É  incansável a busca pela foto perfeita, aquela que renderá muitos likes, apesar da rede ter retirado a contagem, a gente sabe que você se importa com isso, todo mundo se importa, nós também nos importamos,  estamos falando de uma rede que tem ego elevado rsrs.

É aí que as marcas entram, por que não facilitar o processo da foto perfeita e atrair essas pessoas? Isso já está acontecendo a todo o vapor. Atentas a esse perfil de comportamento espaços são desenvolvidos com muita criatividade, design,  muito bem decorados e muito interessantes que despertam o desejo de fotografar e compartilhar nas redes sociais, sendo o Instagram, o principal. Isso também é marketing de experiência.

E se você está pensando somente em grandes produções, não se trata disso, pense naquele espaço bem decorado, com uma luz boa, isso pode ser implementado em uma loja de roupas, um bar, uma padaria, até um banheiro pode virar um bom lugar para produção de fotos, sim, não leu errado, um banheiro. Todo lugar deve ser pensado de forma especial, pode ser com uma quadro bonito, um letreiro luminoso, luzes coloridas, luminárias, plantas, bilhetinhos, cores vibrantes, frases na parede, arte com grafite, móveis estilosos. Até comidas bonitas entram no ambiente instagramável. Tudo para quebrar padrão, transformar lugares sem graça e normais em espaços lindos, aconchegantes, que tem criatividade e vida, basta colocar a imaginação para funcionar, se você puder contar com bons profissionais para desenvolver isso, melhor ainda, pois na arquitetura por exemplo essa também é uma forte tendência de mercado.

Com a geração de conteúdo espontâneo reforça-se a principal e mais antiga forma de marketing, o marketing boca a boca. As pessoas amam lugares diferentemente lindos assim, não só amam, como postam e consequentemente atrairão mais e mais pessoas para fazer o mesmo, é um processo natural. E adivinha quem ganha com tudo isso? Você também querido proprietário ou proprietária de marca, são seus clientes vendendo sua empresa por você.

 

Marketing Humanizado: Nunca esqueça que você está falando com pessoas.

Neste texto, conheça uma forte tendência do Marketing Digital para 2020.

Ano novo, novas chances para você ou sua empresa estreitarem a relação com o seu público na internet. Mas ao fazer isso prefira fazer de forma genuína, ninguém mais tem interesse naquela comunicação sem valor e sem conteúdo, cujo único objetivo é vender, vender e vender. Empurrar ofertas e produtos o tempo todo, panfletagem online, aquela “publicidade” pelo bate-papo ou WhatsApp sem autorização? Esqueça isso.

Não veja os clientes como meros alvos, não faz mais sentido essa comunicação já há algum tempo. Ao contrário disso, prefira entregar valor, ajudar, conversar com as pessoas. Você não foca somente no produto, você foca nas pessoas.

Sabe do que exatamente estamos falando? Sim, isso tem nome, Marketing Humanizado, que nada mais é do que proporcionar uma interação calorosa e humana. Isso significa que, em vez de perceber o consumidor como mais um número, o foco será fornecer experiência diferenciada e personalizada para ele.

Uma forma bem básica de fazer isso é lembrar que estamos sempre falando com pessoas, essas pessoas gostam de saber o que estão comprando, gostam de saber os valores da empresa e como ela se comporta na sociedade, e acima de tudo, gostam de atenção, gostam de se sentir especiais no processo de relacionamento com uma marca.

Mas como minha marca pode ser mais humana? Vamos citar Liliane Ferrari – especialista em marketing e consultora. Ela diz para não invadir espaços, interagir com o público, visto como uma ação simples, mas que provoca uma emoção. Uma frase dela muito inspiradora e que resume tudo. “As pessoas esquecem de tudo, mas não esquecem quando você provoca uma emoção nelas.”

Quanto mais personalizado melhor, escreva uma cartinha na entrega do produto, responda aquele comentário na sua postagem, aquela mensagem na caixa de entrada, lembre-se que a pessoa usou do tempo dela para se conectar com sua marca, o tempo é um dos ativos mais valiosos nos dias de hoje.  Ela poderia ter escolhido qualquer outra marca mas preferiu a sua. Não faça a pessoa perceber que o tempo dela não foi aproveitado e nem valorizado.

Vamos deixar a comunicação humanizada então? Boa sorte e muito sucesso nesse 2020 para você ou sua marca.

 

O orgânico morreu?

Antes de entrarmos nesta questão precisamos deixar claro as diferenças entre postagens. Existem duas formas de alcançar as pessoas dentro do Facebook, uma é gratuita e chamada de orgânica, indica o número de pessoas que receberam qualquer publicação não paga de sua Página na tela delas.

A outra é a forma paga ou patrocinada: quando você paga para o Facebook mostrar algum anúncio ou publicação específica para mais pessoas.

Mas é aí? Você sempre teve um número legal de curtidas e alcance nas suas postagens mas agora esse número caiu significativamente? Calma que nós vamos te explicar.

Não é novidade nenhuma, mas faz algum tempo que o Facebook anunciou uma mudança em seu algoritmo que passou a favorecer posts de familiares, amigos e grupos, diminuindo o alcance de posts de marcas.

A resposta oficial do Facebook para essa situação foi que há páginas demais competindo por visibilidade no feed, a concorrência é alta. Além do mais, o Facebook está tentando garantir que as pessoas estejam vendo apenas o melhor conteúdo, aquilo que é relevante para elas.

O orgânico morreu então? Se ainda não, está dando seus últimos suspiros. Tem gente que discorda disso, mas uma coisa é fato, o Facebook diminui o alcance orgânico cada dia mais. Mas não se desespere, você só precisa entender para saber lidar com isso.

Então a dica é: se você realmente quiser alcançar seu público-alvo no Facebook, precisará complementar seus esforços orgânicos (conteúdo de qualidade e relevante para o usuário) com publicidade paga, mas é preciso fazer da maneira correta para gerar resultado, caso contrário você só vai queimar seu rico dinheirinho.